Seguros desajustados: o risco que muitos ignoram

19 de Maio, 2026, publicado em "protecao"

Muitas pessoas acreditam que, por terem seguros, estão automaticamente protegidas. Mas a realidade é bem diferente: milhares de portugueses estão mal protegidos, e só descobrem quando mais precisam. O problema não é, na maioria das vezes, a falta de seguros. O problema é mais subtil e potencialmente mais caro: ter seguros desajustados à realidade atual. É aqui que surge o chamado custo invisível.

O mito: “Já tenho seguros, está tudo tratado”

Contratar um seguro é, muitas vezes, visto como uma tarefa pontual: escolhe-se uma opção, assina-se o contrato e… está resolvido. Mas a proteção não funciona assim. Ao longo do tempo:

  • A sua casa pode valorizar
  • A sua família pode crescer
  • A sua situação profissional pode mudar
  • As suas necessidades tornam-se diferentes

E, no entanto, os seguros ficam iguais. Resultado? Uma sensação de segurança que nem sempre corresponde à realidade.

O custo invisível das más decisões

O impacto de um seguro mal ajustado raramente se sente no dia a dia. Mas quando acontece um imprevisto, pode traduzir-se em perdas financeiras significativas. Veja alguns exemplos reais:

🏠 Seguro de habitação: Imaginemos que o valor de reconstrução da sua casa aumentou, mas o capital seguro nunca foi atualizado. Em caso de sinistro: A indemnização pode não cobrir todos os danos e terá de suportar a diferença do seu próprio bolso.

👨‍👩‍👧 Seguro de vida: Um seguro associado a crédito habitação pode não incluir coberturas importantes, como incapacidade parcial. Na prática: Pode ficar com o crédito por pagar num momento em que os rendimentos já estão comprometidos.

🚗 Seguro automóvel: Optar pelo seguro mais barato pode implicar franquias elevadas e coberturas reduzidas. Resultado: Pequenos sinistros deixam de compensar, logo o seguro existe mas não protege de forma eficaz.

Porque é que isto acontece tão frequentemente?

  1. Falta de acompanhamento ao longo do tempo: Depois da contratação inicial, muitas pessoas nunca mais revêm os seus seguros.
  2. Decisões baseadas apenas no preço: Comparar preços é importante, mas escolher apenas pelo valor mensal pode esconder riscos relevantes.
  3. Falta de literacia em seguros: A linguagem técnica, as exclusões e as coberturas nem sempre são fáceis de interpretar.
  4. Mudanças de vida não acompanhadas: Casamento, filhos, nova casa, mudança de carreira… A vida evolui, mas os seguros ficam parados.

O papel do acompanhamento (e porque faz diferença)

É aqui que entra algo que muitas vezes é subvalorizado: o acompanhamento contínuo de um Mediador. Um bom acompanhamento permite:

  • Rever capitais e coberturas regularmente
  • Identificar riscos que passaram despercebidos
  • Ajustar a estratégia sem custos desnecessários
  • Simplificar decisões complexas

Conclusão

Ter seguros não é suficiente. O que realmente faz a diferença é ter a proteção certa, no momento certo, ajustada à sua realidade. E isso não é uma decisão que se toma uma vez, é um processo contínuo. Porque, no final, o verdadeiro risco não é pagar demasiado por um seguro. É descobrir, tarde demais, que ele não chega.

Na Certezza, acreditamos que a verdadeira diferença está no acompanhamento. Por isso, garantimos que os seguros dos nossos clientes evoluem com a sua realidade. Ligue-nos gratuitamente através do 295 204 520.

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